Bingo: The King of the Mornings

Bingo: The King of the Mornings

"Apesar do fantasma solipsista de Barreto, Daniel Rezende (diretor) e Luiz Bolognesi (roteirista) quase acertam. Conseguem um espetáculo adulto sobre palhaços, ressignificam uma porção de fragmentos dispersos no inconsciente dos brasileiros com mais de 35 anos. Infelizmente, aos 40 minutos do segundo tempo, cruzam uma bola errada ao deixarem Bingo… transformar-se em gospelxploitation. Um gospelxploitation cínico, burocrata, sem a simplicidade e a crença verdadeira de outro cineasta chamado Daniel, o mineiro Daniel Evêncio – um talento a ser descoberto, vejam no Youtube – capaz de colocar nas telas as piores atrocidades mundanas (gore, voyeurismo, infidelidade lésbica) coroadas com lições da Bíblia e apologias ao amor e à família. Bingo… segue o padrão de Daniel Evêncio, é um Evêncio hipster, mas não converteria a velhinha de Taubaté."

Leia na íntegra o texto de Andrea Ormond em revistacinetica.com.br/nova/e-preciso-acreditar/

Para ler o texto anterior sobre o filme, escrito à época de seu lançamento comercial, por Pedro Henrique Ferreira: revistacinetica.com.br/nova/o-comico-e-o-serio/