Raphael Cubakowic

Raphael Cubakowic

Montador, professor e crítico de cinema.
Marx na cabeça, Brecht no coração.
Na aba Diário estão apenas revisões.

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  • Scanners

    Scanners

    ★★★½

    Fundado em 1967, o Canadian Film Development Corporation, iniciativa de incentivo e suporte à uma inexistência indústria cinematográfica canadense, ganhou destaque e maiores fundo na segunda metade dos anos 1970 sendo elemento fundamental para a início de carreira de Cronenberg que, em contrapartida, alçou o projeto aos seus primeiros e maiores sucessos comerciais (mesmo que junto a uma série de controvérsias e críticas por parte da mídia horrorizada com “Calafrios”). Em 1980 o CFDF passou por uma expansão significativa, e…

  • Army of the Dead

    Army of the Dead

    Após um longo período dedicando-se à transliteração do mundo dos quadrinhos para o cinema, “Army of the Dead” aponta para um retorno de Snyder a produções mais controladas e “pessoais”, algo que ele aproveita ao colocar-se como produtor, diretor, co-roteirista e também diretor de fotografia. Com esse substancial controle criativo, não surpreende que uma série de características recorrentes de sua obra esteja presente desde já, como o uso de músicas pop de forma contrapontística (nem sempre para estabelecer um comentário,…

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  • Seven Samurai

    Seven Samurai

    Para o cinema japonês os anos 50 começaram de maneira turbulenta. Livre do jugo da censura militar com o fim da II Guerra Mundial, o Japão caiu sob a custódia da censura das forças aliadas que, até 1952, restringiam o Jidaigeki, devido a retratação de valores feudais, e quaisquer filmes que pudessem minimamente ser considerados antiamericanos ou que possuíssem ideais comunistas. Um vez livres de ambos os processos de restrição, o cinema pode voltar a florescer e rapidamente ascender como…

  • The Image Book

    The Image Book

    ★★★½

    Filme assistido e desordenadamente comentado durante a 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

    Este é um filme que engolfa seus espectadores em um maremoto de reflexões, proposições, ideias, referências e emoções. A partir das mãos a história e, portanto, o homem, será entendido por suas ações e por seu trabalho, sua criação. Não podendo mais confiar apenas na palavra, no que foi escrito, restam as imagens para preservar essa informação (já não mais tão cronológica assim) do ser…