Fellipe José Souza

Fellipe José Souza

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Meus favoritos são os melhores do mês anterior, excluindo os que já foram favoritos.

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  • The Fast and the Furious: Tokyo Drift

    The Fast and the Furious: Tokyo Drift

    ★★★★

    Western ambientado no gigantesco fluxo de Tóquio.

    Os signos do clássico estadunidense servem em fruto do ressignificado, jogados em uma narrativa concebida estruturalmente na apropriação da lógica estrutural de um anime Shonen. O protagonista precisa treinar para vencer seu oponente em um jogo de regras próprias, um confronto que transita entre o irreal e o antropológico – Justin Lin é tão descarado que coloca até mesmo o arquétipo do Senpai para instruir o cowboy no mundo do Drift.

    Se John Ford acreditava na profundidade emocional da pólvora, Justin Lin constrói os personagens no cheiro de pneu queimado.

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  • A New Life

    A New Life

    ★★★★½

    Purgatório construído no desejo.

    A câmera acompanha personagens com pulsões animalescas, figuras que habitam corpos que a alma passou a rejeitar . O controle do movimento é perdido, a dançarina não controla seus passos, o contra-plongée deforma o corpo e eventualmente toda cor e forma é desmaterializada na imagem.

  • Death Note

    Death Note

    ★★★★½

    Participei de uma conversa bem bacana sobre Death Note e o cinema do Adam Wingard no geral no último episódio do Sessão Privada.

    open.spotify.com/episode/0AFuTZXR4ofkeQo4Ax4V4o?si=0T3EMm-nQkqm2PKVPrtoyQ

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  • Once Upon a Time… in Hollywood

    Once Upon a Time… in Hollywood

    ★★★★½

    Era uma vez em Hollywood e Vidro são os possíveis manifestos mais interessantes em relação ao poder da ficção nessa década.

    Cinema como salvação e restauração, a mitologia que é poderosa a ponto de reescrever a realidade e mudar o universo.

  • Rust

    Rust

    ★½

    É com muito pesar que faço a seguinte afirmação: 13 Reasons Why dirigido por um cineasta.

    Igualmente irresponsável ao posicionar o ato do suicídio como uma garantia da punição de opressor - ao menos em um processo subjetivo, o filme consegue ser ainda mais desastroso por não apresentar uma certa unidade na mise-en-scene em boa parte de sua duração. Tudo parece sem propósito; o beijo iluminado por neon no inicio do filme, a escuridão na casa da protagonista no momento…