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  • Godzilla: King of the Monsters

    Godzilla: King of the Monsters

    ★★★½

    A segunda parte de Godzilla entendeu melhor que o dono do filme é o Godzilla. No primeiro a sombra toma a tela e nem mesmo temos o vislumbre do monstro que não sua silhueta tomada por fumaça. Entendo que houvesse a intenção de aplicar um senso de ameaça pelo desconhecido, mas vamos lá… todos já conheciam Godzilla.

    Já na segunda parte Michael Dougherty chega próximo do corpo e radicaliza a aproximação no rosto dos monstros, cria um valor de empatia e de aproximação com o expectador. Os monstros já não são externos as emoções, fazem parte dela.

  • The Wind Will Carry Us

    The Wind Will Carry Us

    ★★★★

    O realismo de Kiarostami leva a sério a premissa de que para sê-lo é preciso o tempo presente. O cinema como janela é um artificio comum a busca pelo realismo pela visão (cinema). O cinema de Kiarostami é janela, mas a janela do carro. Isso pressupõe que, na encenação do autor, não bastando tempo presente para o realismo, mas o fluxo. A janela mostra o mundo e evidencia a autoridade da fotografia, mas o movimento pelo qual esse mundo se apresenta nos leva…

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  • The Metamorphosis of Birds

    The Metamorphosis of Birds

    ★★★★★

    Faz tempo que não vejo um filme com uma construção de planos tão lindos e minuciosos como em Metamorfose dos Pássaros. Se Pasolini teorizou o que chamou de Cinema Poesia, deveria ter visto isso aqui. Amor, poesia e paisagem.

    Catarina Vasconcelos parece encontrar sua encenação em algum lugar entre Agnès Varda e Kieslowski. Uma Agnès Varda menos impetuosa, com planos mais esticados e contemplativos em razão desse belo encontro com Kieslowski. Um Kieslowski porque dessa beleza contemplativa Catarina Vasconcelos encontra…

  • Luca

    Luca

    ★★★½

    "Luca, você me tirou da ilha"

    O acabamento do filme demonstra um claro desprezo mercadológico da Disney em sua empreitada no streaming.

    Contudo, Luca é um filme muito mais potente do que o que a Pixar vinha fazendo até então, inventivo como antes e, ainda que as mensagem seja a mesma de sempre, impressiona por saber fazer sob uma outra forma.