Marcelo Miranda has written 25 reviews for films rated ★★½ .

  • Godzilla: King of the Monsters

    Godzilla: King of the Monsters

    ★★½

    This review may contain spoilers. I can handle the truth.

    Ainda tem humanos demais, mas pelo menos tem mais monstros que o anterior, e o Godzilla, aqui, aparece e age mais, ainda que as criaturas continuem só aparecendo de noite, no escuro, com chuva, relâmpago e tudo que atrapalhe você a enxergar. E seguem muitos humanos e falação e ações militares e famílias esfaceladas.

    Fica a dúvida: onde aqueles monstros aprenderam o protocolo de se ajoelhar diante de um ser poderoso supostamente "rei"? Que cultura mais... humana.

  • Domino

    Domino

    ★★½

    Na concepção de Truffaut para o "filme doente", eis um filme doente.

  • Trucks

    Trucks

    ★★½

    Telefilme vagabundo de respeito.

  • I'm Dangerous Tonight

    I'm Dangerous Tonight

    ★★½

    Uma reunião incrível de gente interessante (Tobe Hooper, Anthony Perkins, Madchen Amick, Cornel Woodrich) rende um telefilme deliciosamente vagabundo.

  • The Lodge

    The Lodge

    ★★½

    "Rebecca" encontra "A Volta do Parafuso" e vira "O Iluminado". Só não se anime tanto.

  • Rawhead Rex

    Rawhead Rex

    ★★½

    Bem melhor do que parece na memória coletiva e, quem diria, ótima adaptação do conto original. O monstro é bem ruim e, pro filme, isso é bom.

  • Count Dracula

    Count Dracula

    ★★½

    Um Jesús Franco pra toda a família. Boas cenas, arranjos truncados. Soledad Miranda brilha, Lee mantém a elegância fria de sempre e Kinski tá em outro filme quase literalmente. Tem charme.

  • House of the Long Shadows

    House of the Long Shadows

    ★★½

    O anacronismo de uma produção à moda Hammer em pleno começo dos anos 80 machuca o filme, especialmente pelo cansaço das estrelas da velha guarda que se reúnem aqui. É tão lindo quanto um tanto triste ver todos esses ícones juntos de forma quase melancólica, ainda que divertida. O filme sobrevive da nostalgia e do mito, o que ajuda bastante a manter o interesse. Os vários plot twists são deliciosos. Quem foi pré-adolescente nas madrugadas de Corujão da Globo tem esse filme guardado com carinho na lembrança (e nessas memórias, claro, ele é cinco estrelas).

  • Where'd You Go, Bernadette

    Where'd You Go, Bernadette

    ★★½

    Linklater no modo automático (o que nem é tão novidade), Blanchett a passos largos de se tornar a Meryl Streep de sua geração (não é necessariamente elogio) e um clima de "feel good" vez ou outra quebrado por algumas esquisitices bem-vindas.

  • Leaves from Satan's Book

    Leaves from Satan's Book

    ★★½

    Terceiro filme do Dreyer, ainda tateando a linguagem própria que explodiria alguns anos depois. É um "rip off" do "Intolerância", feito pelo Griffith pouco antes. A derivação não é favorável a Dreyer, pois seu filme não tem a habilidade e o ritmo frenético que notabilizaram "O". Acaba sendo a reunião de quatro histórias interligadas pela presença de Satã como uma espécie de Iago a influenciar acontecimentos da história (como a Revolução Francesa) ou do imaginário cristão (a traição de Judas), com excesso de intertítulos e um encadeamento da ação ainda em processo de maturação.

  • Natureza Morta

    Natureza Morta

    ★★½

    Corpos pelo espaço e tempo.

  • Cadê Edson?

    Cadê Edson?

    ★★½

    A polícia que desapropria e destrói.