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  • Nobody

    Nobody

    ★★★★

    “Cruzou com o cara errado, seus otario!”
    Quer porrada de verdade, tiros estilo John Who, com os supostos caras maus encontrando o pai do rock? 🤘🏻👹
    Vai pela linha mais crua da saga John Wick, trilha sonora da hora, pets envolvidos na trama, máfia russa. O vilão é sensacional, estereotipado, exagerado é engraçado. Mas o protagonista tem um diferencial: so olhando, a maioria menosprezaria, porte físico normal e meia idade. Situações mais engraçadas na trama, com ultraviolenta envolvida. Aí que…

  • Valhalla

    Valhalla

    ★★½

    Uma versão mais celta da lenda nórdica com o pessoal de Midgard, Asgard e a terra dos gigantes Uhtgard. Aquelas tretas de sempre entre os reinos com o Thor resolvendo na base da martelada. 
    Da uma versão escandinava com paisagens locais, efeitos visuais bem feitos, historia mais perto da original. 
    Cena antológica: a protagonista Roskva e o amigo gigante Quark em uma viagem psicodélica lisérgica no meio do filme após ingerirem cogumelos. Vale ressaltar a arma de lançar talco do Odin. Muito perigosa. 
    Filme bobo mas diverte, podem chamar as crianças e colocar coisa diferente da americana na cabeça delas, e de geral.

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  • I Care a Lot

    I Care a Lot

    filme bosta mudando meu conceito de horrível. Perdi minha noite de sábado pra ver bandidagem se dar bem, como se não bastasse a realidade. Da na mesma que acompanhar notícias, impunidade e glamour. Diretor fdp mais um que fumou crack no final da produção. Lixo, eu falaria para o eu do passado não assistir, caso tivesse um Dulorean. Da na mesma que ver a Karol Conka levar o bbb, só vai rolar trevas se dando bem. Mas tem gente que vai gostar. Eric Cartman tava certo mesmo..Azar de quem gostou dessa imundície.

  • Nomadland

    Nomadland

    ★★★★

    Muito bem feito, de maneira despretensiosa vai prendendo a atenção em direção ao próximo ponto de parada, próximo emprego temporário, próxima pessoa falando como virou um nômade contemporâneo, atravessando os EUA, criando uma nova maneira de sobreviver, não Homeless, mas Houseless. Uma abordagem que também é tendência, sem CEP fixo sobrevivendo na sazonalidade. Por vezes parece filmado de celular, explora a fotografia e a humanidade. Contaminado pela nossa realidade, fiquei esperando algum tipo de violência ou sacanagem, e fui surpreendido por solidariedade e acolhimento. Assista com vontade de fugir com o circo.