Luiz has written 14 reviews for films rated ½ .

  • The Conjuring: The Devil Made Me Do It

    The Conjuring: The Devil Made Me Do It

    ½

    The devil made me watch it

  • Behind Her Eyes

    Behind Her Eyes

    ½

    This review may contain spoilers. I can handle the truth.

    I wish I could swap bodies with someone who hasn't watched this

  • The Social Dilemma

    The Social Dilemma

    ½

    "Will there ever be an artificial intelligence machine that makes movies?", inquires Herzog's Lo and behold, a question to which it answers positively. Not quite as good as his, though, remarks the German filmmaker.

    I can't help to think that this dialogue pretty much sums up The social dilemma, a movie so poorly and randomly assembled that it seems written and directed by an algorithm, and ironically produced by a company which is part of the problem it intends to denounce - fact which it seems conveniently unaware of.

    Edit: the similarities to the cringy What the Bleep! series are noteworthy.

  • Beatriz

    Beatriz

    ½

    Até onde pode ir o amor da gente por uma pessoa?

    Nos últimos anos, Marjorie Estiano afirmou-se como uma das mais interessantes e promissoras atrizes nacionais. Sob a batuta de nomes experientes como Andrucha Waddington (“Sob Pressão”), Breno Silveira (“Entre Irmãs”) e Monique Gardenberg (“Paraíso Perdido”), a jovem curitibana encontrou no cinema terreno fértil para plantar o seu talento. Suspense, drama histórico, musical: multifacetada, destacava-se em qualquer gênero. Não sem motivo, foi em um território ainda inexplorado que ela obteve…

  • What are you Laughing At? Humour and Dictatorship

    What are you Laughing At? Humour and Dictatorship

    ½

    A obra de arte que não corrompe não me interessa. - Paulo César Pereio

    Em close, o cartunista Sérgio Jaguaribe concede uma entrevista. A voz ao fundo pergunta: “Você é saudosista, Jaguar?”. A experiência, atestada pelas rugas, facilita uma saída de mestre. Bem-humorado, o octogenário olha para a câmera e nega a nostalgia dos tempos passados. Explica: hoje, por exemplo, o serviço de táxi é melhor.

    Após a piada, “Tá Rindo de Quê?” caminha para uma sólida conclusão. Todo o…

  • Black Mirror: Bandersnatch

    Black Mirror: Bandersnatch

    ½

    Uau, quanta autoconsciência!

  • The Awakener

    The Awakener

    ½

    Eu sei o que aconteceu com você, mas isso não justifica o que você está fazendo.

    Miguel (Kiko Pissolato) é o retrato do brasileiro médio. Policial da Divisão Armada Especial (DAE), separou-se de Isabela (Natália Lage) e com ela divide a guarda de Alice (Helena Luz). Ou melhor: dividir, na verdade, não parece o verbo mais adequado. Quando a ex-esposa busca a menina na casa do pai, agradece, afinal, o tempo passado com ela. Em poucas palavras, obrigações parentais convertem-se…

  • The Nun

    The Nun

    ½

    Expressividade de Bonnie Aarons criminalmente mal aproveitada.

  • Crô em Família

    Crô em Família

    ½

    [...] “Pink Money – O Filme” – ops, “Crô em Família” – duvida, por fim, do intelecto do espectador ao tentar reduzir toda a comunidade LGBT a um conjunto de estereótipos. Diante disso, talvez pareça tarefa fácil enquadrá-lo, desde já, entre os piores filmes do ano. A afirmação, entretanto, parte do pressuposto de que realmente se trata de um filme. Provavelmente, então, não é a mais adequada.

    CRÍTICA COMPLETA NO SITE DA WOO! MAGAZINE

  • Acrimony

    Acrimony

    ½

    Quando uma mulher negra tem raiva, é um estereótipo.

    “Amargura”, “raiva”, “maldade”. A partir dessas definições, Tyler Perry (“O Halloween de Madea”) apresenta o substantivo “Acrimônia”, título de seu novo filme (Acrimony, 2018). Presença recorrente no Framboesa de Ouro (Razzie Awards), o comediante estadunidense tenta, agora, a sorte em outro terreno, o drama. Conta, para isso, com a parceria da indicada ao Oscar Taraji P. Henson (“O Curioso Caso de Benjamin Button”), forte nome do gênero. O esforço da dupla,…

  • Jurassic World: Fallen Kingdom

    Jurassic World: Fallen Kingdom

    ½

    Natural a saga continuar com Bayona, herdeiro de Spielberg nos mais baratos maniqueísmo e manipulação emocional.

  • The Hurricane Heist

    The Hurricane Heist

    ½

    Propositadamente ruim ou apenas ruim? A pergunta, levantada diante de alguns filmes, certamente paira na cabeça do espectador enquanto assiste a “No Olho do Furacão” (The Hurricane Heist, 2018). Diferentemente de produções como “Sharknado” (2013), no entanto, o novo longa-metragem de Rob Cohen (“Velozes e Furiosos”, “Triplo X”) parece se levar a sério. Justamente por isso, fracassa em seu objetivo mais básico: entreter o público.

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