Acrimony

Acrimony ½

Quando uma mulher negra tem raiva, é um estereótipo.

“Amargura”, “raiva”, “maldade”. A partir dessas definições, Tyler Perry (“O Halloween de Madea”) apresenta o substantivo “Acrimônia”, título de seu novo filme (Acrimony, 2018). Presença recorrente no Framboesa de Ouro (Razzie Awards), o comediante estadunidense tenta, agora, a sorte em outro terreno, o drama. Conta, para isso, com a parceria da indicada ao Oscar Taraji P. Henson (“O Curioso Caso de Benjamin Button”), forte nome do gênero. O esforço da dupla, reunida mais uma vez após “I Can Do Bad All by Myself” (2009), certamente não passará despercebido. Filmado em apenas oito dias, o infame longa-metragem abre duas possibilidades de reconhecimento. Por um lado, premiações paródicas devem preencher as estantes de Perry. Por outro, a presença em listas de piores do ano – e quiçá da história – pode atrair um inesperado público, como aconteceu com “The Room” (2003).

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