• Unmasked Part 25

    Unmasked Part 25

    ★★

    "It's a hell of a life, being a monster."

    Isso parecia genial (um Sexta-feira 13 consciente e existencialista), enquanto alimentava fantasias à respeito sem nunca ter visto na adolescência, mas finalmente tendo assistido, o resultado é bem aquém. O texto pode até ser esperto, mas não se beneficia de uma realização melhor e mais cuidadosa.

  • Lamb

    Lamb

    ★★½

    " - What the fuck is this?
    - Happiness."

    O posicionamento de Valdimar Jóhannsson contra o rótulo de sua obra como um filme de horror, afinal é compreensível. Lamb é um puro representante do cinema arthouse, com uma criação conceitual que desafia convenções, aderindo da estranheza como uma normalidade dentro de sua narrativa, onde um casal abriga o cordeiro humanóide como sua família. E o interesse da A24 em adquirir os direitos após a exibição em Cannes, só confirma isso,…

  • Deadlock

    Deadlock

    Nem tudo é justificável.

  • Ahed's Knee

    Ahed's Knee

    ★★★★

    "Ele é um ministro das artes que odeia arte. Em um governo que odeia a liberdade humana."

    Quando a frase "tudo que você está prestes a ver é verdade", sai da boca de Y (Avshalom Pollak), antes de iniciar a sessão de exibição de seu filme, saiba que não está diante de um exercício de metalinguagem banal, pois conhecendo os trabalhos anteriores de Nadav Lapid, é fácil traçar vários paralelos com a realidade, onde ele sempre demonstrou ser um ativista…

  • Language Lessons

    Language Lessons

    ★★½

    Is Creep again, but in his home office mode on.

  • The Deep House

    The Deep House

    ★½

    The Deep House é a prova de que Julien Maury e Alexandre Bustillo ainda não aprenderam nada com o conterrâneo, Alexandre Aja. Ame ou odeie, mas ao menos o outro diretor francês soube investir melhor no uso de espaços para gerar tensão e desorientação em Predadores Assassinos (2019). Agora, a mesma dupla que um dia já foram responsáveis por A Invasora (2007), Livid (2011) e Entre os Vivos (2014), se demonstram preguiçosos em articular melhor seus truques, em meio ao found footage, home invasion e elementos fantásticos reciclados de seus feitos anteriores, mal conseguem criar claustrofobia com os cenários subaquáticos, terminam causando muita irritação ao público.

  • Luzzu

    Luzzu

    ★★★

    Como bem simboliza a estória que Jesmark (Jesmark Scicluna) conta para seu filho no desfecho, acompanhando o atual cenário socioeconômico em Malta, Luzzu é sobre o enterro do legado de um pescador.

  • No Future

    No Future

    ★★½

    Antes de Brand New Cherry Flavour, Catherine Keener e Rosa Salazar já haviam tido aqui suas tensões...

  • Bergman Island

    Bergman Island

    ★★★½

    The winner takes it all.

  • Blue Moon

    Blue Moon

    ★★

    O pôster é infinitamente superior ao filme.

  • The Restless

    The Restless

    ★★½

    Les Intranquilles, inicia com a bela imagem de Leïla (Leïla Bekhti), descansando na areia de uma praia, quando ainda mal sabe que será um dos poucos momentos de tranquilidade que terá pelas próximas quase duas horas de duração. O intranquilo da questão é seu marido, o pintor Damien (Damien Bonnard) que possui bipolaridade, vivendo num constante estado de instabilidade e imprevisibilidade. Sua resistência em se medicar aumenta aos poucos a desordem de sua vida, levando consigo a sua família composta…

  • Fear

    Fear

    ★★★★

    O recente alvo de polêmicas por conta de ter sido escolhido como o representante búlgaro no Oscar 2022, Medo é um cinema de confrontações numa das suas melhores formas. Ao começar nos apresentando a situação da imigração na Bulgária, com uma fotografia em preto e branco, parte da perspectiva de que o velho mundo nunca deixou de ser o habitual velho hoje, onde por mais que estrangeiros estejam passando livremente pela fronteira próxima da Turquia, não quer dizer que os…