Guilherme Martins

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Hoje, host no DETOUR, podcast sobre cinema de gênero.

Antes na Contracampo, Interlúdio, Paisa e diversos veículos para onde colaborei

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  • Rear Window

    Rear Window

    ★★★★★

    Retomamos o nosso podcast sobre cinema de gênero, o DETOUR, falando sobre JANELA INDISCRETA, a investigação como filosofia no cinema e este filme como uma matriz deste conceito. Discutimos, Filipe e eu, Hitchcock, a pré-produção de Janela Indiscreta e a obsessão sobre ver e interpretar imagens. O filme do Hitchcock foi pareado com um de seus muitos filhotes, o UNDER THE SILVER LAKE, o filme sobre infinitas investigações conspiratórias de David Robert Mitchell, uma extrapolação tipicamente contemporânea do mal que…

  • Rabid Dogs

    Rabid Dogs

    ★★★★½

    Suor, pêlos, psicopatia e esquizofrenia - um estudo estético. Cães Raivosos foi uma das pautas do nosso especial sobre poliziotteschi no Detour, onde tentamos, eu e Filipe, produzir uma introdução ao gênero que amamos, além de tratar desta porrada do Bava, e também da obra-prima Cidade Violenta, do Sollima. Participam também da conversa Francis e João Pedro.

    Você pode ouvir o nosso podcast na Amazon Music, Apple, Breaker, Castbox, Deezer, Google, PlayerFM, PocketCast, PodcastAddict, Soundcloud, Spotify e Stitcher.

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  • Full Moon in Paris

    Full Moon in Paris

    ★★★★★

    Meu segundo Rohmer preferido dos anos 80, ainda creio que Pauline na Praia seja imbatível. Sobre sentimentos inevitáveis, a impossibilidade de uma expressão pura e justa ao próximo. Todos discursam, interpretam, versões ideais de si: a absoluta doçura de Luise, o intelectual 'garanhão' de Octave, a retidão de Remi. Desmontam-se em cena.

  • Arrival

    Arrival

    ★★½

    Os primeiros 50 minutos me soaram bastante curiosos, embora não tirem a impressão pessoal de que o Villeneuve é um cineasta pouco visual tentando arbitrar num mundo puramente estético. O imenso trabalho de Amy Adams e Jeremy Renner garante também um tanto do interesse, especialmente ela. Dali em diante me parece que o filme perde progressivamente em mistério e desfaz-se entre a encenação política obvia e a cafonice progressiva. A partir do momento em que a personagem de Amy compreende sua nova percepção do tempo, o filme parece uma versão menos talentosa dos recentes filmes do Terrence Malick.