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  • 4x100: Running for a Dream

    4x100: Running for a Dream

    ★★★

    Onde estava esse Tomás Portella até hoje? Não sabemos. Mas se ele está aqui, sinal de que não precisamos do que já conhecíamos anteriormente. Nada revolucionário mas absolutamente bem feito em tudo que se propõe, um elenco muito talentoso, enfim... muito feliz de encontrar um produto redondo assim.

    Ah, eu continuo absolutamente encantado por Thalita Carauta, cada vez mais.

  • Noites de alface

    Noites de alface

    ★★½

    Um ciclo é encerrado ao final de Noites de Alface, e a forma como elabora essa estrutura, interligando início e fim de maneira singela e prejulgando um moto perpétuo de acontecimentos circulares, que soa muito simpática como um todo. Como se sua narrativa fosse inteiramente interligada e não houvesse passado, presente e futuro, a produção pensa uma parábola sobre o tempo e sua passagem em constante evolução, ao passo em que não apresenta nenhum novo aspecto, a priori. Como uma ampulheta eternamente sendo recomeçada e que não tem um lado correto, o que é observado no geral é essa diagramação temporal contínua.

    Leia na íntegra:

    cenasdecinema.com/noites-de-alface/

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  • Once Upon a Time… in Hollywood

    Once Upon a Time… in Hollywood

    ★★★★★

    O Cinema encontra os Fantasmas, os seus próprios. E os salva. Tarantino cada vez mais imerso em sua condição apaixonada de contador e revisor de histórias. Um 'bromance' melancólico sobre o fim de tudo: da inocência, da era de ouro de Hollywood, da fantasia. E com o fim da fantasia, retomá-la.

    Sim, existem anjos por aqui...

  • The Irishman

    The Irishman

    ★★★★★

    É fácil entender o q motivou Scorsese a encarar os efeitos extraordinários pensados para O Irlandês. Entre muitas coisas, seu novo é sobre o corpo e sua decripitude, sua falência. Provocada artificialmente ou gradativamente, os corpos perecem... sejam empilhados numa cova rasa durante a guerra, seja esvaindo em sangue numa calçada qualquer, seja apoiado em uma cadeira inerte, seu corpo tb cada vez mais inerte.

    Esses corpos, que pulsam, que sentem, que vibram, que vivem e que matam, precisavam ser…