• Last Night in Soho

    Last Night in Soho

    ★★

    “The feminine urge to become  completely unhinged” na forma de filme mas sem contato algum com o que faz uma mulher se tornar maluca. Achei curioso que ele adotou um tom meio misoginia é ruim, então assassinar seu cafetão e todos os seus “clientes” é empoderado e desejável, mas o filme não tem alma o suficiente para o expectador levar isso a sério e comprar a dor e o desespero da Sandie. Ao mesmo tempo, coloca em prática a  narrativa…

  • Ready or Not

    Ready or Not

    ★★★

    Good For Her Cinematic Universe for Traumatized and/or Batshit Crazy Women

  • The Faculty

    The Faculty

    ★★★★

    This review may contain spoilers. I can handle the truth.

    Adolescentes derrotando alienígenas com cocaína tudo bem, mas Clea DuVall heterossexual já é demais pra mim. Eu já tinha decidido que amava esse filme mas terminar com Oasis - Stay Young solidificou minha decisão.

  • Hellbound: Hellraiser II

    Hellbound: Hellraiser II

    ★★

    Como pode um filme consistir de tesão acumulado, galões de sangue, gore e vibes? Os personagens são muito sub-utilizados, o plot é inexistente, mas o visual é incrível.

  • Saw II

    Saw II

    ★★½

    “Stop killing people”
    “ummm… I’m literally a cancer patient & also an elder? lol…”

  • Saw

    Saw

    ★★★★

    A propaganda anti-Jogos Mortais comeu o meu cérebro tão completamente a ponto de eu levar 17 anos pra assistir esse filme com uma ideia totalmente equivocada na cabeça. Mal tem torture quem dirá porn. Meu mano Adam estava passando por umas merdas, ele merecia coisa melhor, não sou eu quem vou antagonizar um jovem fumante fotógrafo pobre que tira foto escondido de homem rico por dinheiro.

  • The Order

    The Order

    ★★★★★

    Esse filme parece ter sido feito especialmente para mim. Toda a estética e paisagem católica, um padre gostoso rebelde interpretado pelo Heath Ledger, arquitetura italiana, um Rembrandt, uma balada underground com música religiosa, um Papa Negro™️, Shannyn Sossamon fazendo o que ela faz de melhor. Alem de uns conceitos bem interessantes que obviamente poderiam ter sido melhor explorados na mão de alguém mais competente, tipo os quase-mortos que revelam a verdade, o próprio sin eater. 
     “Ah mas é ruim, não tem plot, efeito especial zuado do começo dos anos 2000”. Quem liga. Sem história, sem objetivo, apenas vibes. Lindo, amei.

  • Children of the Corn

    Children of the Corn

    ★★

    Fuck them kids. Mas também revoltada que um filme com tantos elementos perfeitos pra ser um clássico excelente tenha sido tão chato. Você tem um milharal, culto, crianças esquisitas, uma criança que eu não sei se é criança ou um velho que parece criança líder de culto e ainda assim o filme é chato de doer, entediante, e pior ainda, feio. Umas cores feias, uns jogos de câmera feios, uma iluminação feia. Os caras ainda esqueceram que tinham uma criança…

  • Audition

    Audition

    Fazia muito tempo que eu não odiava tanto um filme. Fui sem saber o que esperar e me deparei com dois dos meus maiores inimigos: o mais lento dos slowburns e torture porn. Sem condição.

  • The Wolf of Snow Hollow

    The Wolf of Snow Hollow

    ★★★½

    Terror furry de qualidade com um protagonista tão real quanto detestável. Lindo o Jim Cummings.

  • Bad Moon

    Bad Moon

    ★★★

    A performance do cachorro é excelente, atuação de primeira. O que eu gosto nesse tipo de filme é a permissão para ser cafona sem medo de comprometer a obra. É um drama familiar que começa com uma cena de sexo e tem um lobisomem, uma irmã e mãe solteira que dá carteirada, seu filho e um cachorro, então está tudo bem achar que o poder do amor vai curar uma maldição. Incrível, extremamente kitsch.

  • Hannibal

    Hannibal

    ★★½

    Não é ruim mas não é a série criticamente aclamada e cancelada prematuramente, Hannibal (2013-2015). Anthony Hopkins está incrível, como já se sabia, mas fora os 25 minutos finais, todo o restante é bastante esquecível, a ponto do filme se tornar extremamente arrastado. A Clarice da Juliane Moore não tem o mesmo carisma da versão interpretada pela Jodie Foster ou o Will Graham de Hugh Dancy, mas ela faz o melhor que pode. O fato de eu conhecer e ser apaixonada por uma versão audiovisual dessa história fez com que eu não conseguisse apreciar tanto os esforços feitos aqui.